Gestão empreendedora feminina foi tema do Ciclo de palestras na Câmara de Piracicaba

Publicado em Por Jose Guilherme Cortenove
ciclo de palestras camara piracicaba

ciclo de palestras camara piracicaba – Foto: Divulgação

Nesta terça-feira, dia 29, o penúltimo encontro do projeto “Promovendo a inclusão e o empoderamento feminino”, promovido pela Escola do Legislativo de Piracicaba, contou com a temática “Gestão empreendedora feminina”.

A palestra foi ministrada por Taís Lacerda, professora da Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba) e responsável pela concepção do projeto, realizado em parceria com a instituição de ensino.

Diretora da Escola do Legislativo, a vereadora Nancy Thame (PSDB) classificou o ciclo de palestras como “um sucesso”.

“Temos aprendido muito graças à professora Taís, que veio até nós com a ideia para o projeto”, destacou a vereadora.

Taís Lacerda iniciou o debate com estatísticas e exemplos que ilustram as diferenças no mercado de trabalho e na vida da mulher e as lutas e os manifestos que reivindicam a igualdade de gênero.

Em seguida, citou contextos históricos e as questões culturais ––de família, estilo de vida e relações–– às quais a mulher é submetida.

Segundo a professora, a promoção do empoderamento feminino está relacionada a fornecer às mulheres direitos iguais no acesso a recursos econômicos, a aumentar o uso de tecnologia de base e a adotar e fortalecer políticas sólidas e a legislação.

“A participação da mulher acontece de forma tímida. É muito difícil ela conseguir o financiamento de recursos para um projeto, por exemplo, diferentemente dos homens”, explicou Taís Lacerda.

Marilda Soares, uma das pessoas que acompanharam a palestra, citou que não há políticas públicas para algumas áreas.

“Muitas vezes circulamos os ideiais e caminhamos sobre esse véu sem concretizar alguma coisa. Há motivação, porém sem recursos. Precisamos estar juntas, refletir juntas e propor juntas”, refletiu.

Taís Lacerda ponderou sobre as ações que as mulheres devem tomar.

“Cabe a nós pensarmos nas formas de fazer e desenvolver um produto. Temos que pensar, criar e agregar mais. Copiamos muitas coisas. Para um país em desenvolvimento, usar uma tecnologia de fora, que ainda não esteja aqui, já é inovação”, destacou.

Deixe um comentário abaixo