Grupo de vereadores cobra conclusão de obras paradas em Torrinha

Publicado em Por Jose Guilherme Cortenove

Nesta semana, um grupo de vereadores cobrou do prefeito de Torrinha, Ronaldo Gasparelo (PV), a conclusão de obras paradas na cidade.

Estiveram no gabinete do prefeito os vereadores Evaldo Spiglon, o Capri (DEM); Marcelo Cassola, o Mazé (PSB), Giovani Valencisi, o Giovani da Famarica (PSB) e Fabiano Redondo, o Cidão (DEM), respectivamente, presidente, primeiro secretário, vice-presidente e segundo secretário da Mesa Diretora.

Entre as obras que os vereadores cobraram a retomada está a da Creche Escola onde já foram investidos mais de um milhão e duzentos mil reais.

A obra foi iniciada em janeiro de 2014 e inaugurada em dezembro de 2016, no entanto não tem telhado, sendo estimado que sua conclusão demande investimentos de mais de 200 mil reais.

Grupo de vereadores cobra conclusão de obras paradas em Torrinha

Grupo de vereadores cobra conclusão de obras paradas em Torrinha. Foto: Divulgação

Eles citaram ainda as obras do Centro de Convivência do Idoso; Academia da Saúde, entre outras.

Os parlamentares destacam que independente de ter sido obras feitas na gestão anterior é essencial que sejam concluídas para estarem a serviço da população e que a população precisa ser esclarecida.

“Devemos uma resposta a população sobre essas obras, que foram inauguradas, mas não estão em plena condição de uso. Diante disso, viemos até o prefeito pedir a ele que acelere as medidas para que sejam concluídas e as providências necessárias sejam adotadas”, destacaram.

Segundo informações do prefeito, o departamento jurídico esta adotando as providencias para que possam ser retomadas e os envolvido sejam responsabilizados.

“O Departamento de engenharia fez um levantamento e constatou que apenas 65% das obras foram realizadas, além de inúmeras divergências entre o projeto original e o que foi executado”, explicou o prefeito.

“Nosso departamento jurídico notificou a construtora responsável pela obra da creche escola, através de processo de execução, pedindo inclusive o bloqueio de bens dos responsáveis como garantia. Outro apontamento mostra que a prefeitura pagou a época um valor maior do que o serviço realizado e as providencias jurídicas cabíveis serão adotadas contra os responsáveis pela liberação do pagamento caso a empresa não conclua o serviço pelo qual recebeu. Estamos falando de dinheiro publico e isso deve ser gerido com muita responsabilidade”, completou o prefeito.

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