Prefeitura apresenta proposta de compra de barracão da Góoc/Suzin e empresa aceita acordo

Publicado em Por Diagramador

Após meses de negociação, a Prefeitura de Brotas e os proprietários da área onde está o antigo barracão da Góoc fecharam um acordo de compra da área pela municipalidade.

O Poder Público apresentou uma proposta que foi aceita. Agora, depende da Câmara de vereadores aprovar a iniciativa. A negociação foi árdua: os proprietários pediram R$ 6 milhões inicialmente.

Após a avaliação de um perito judicial, o valor do terreno e seus imóveis no estado em que se encontram foram definidos em pouco mais de R$ 3,45 milhões e R$ 4,4 milhões se estivesse restaurado. Porém, se a Câmara aprovar, a Prefeitura pagará R$ 3,4 milhões na área.

“A ideia é dividir as instalações em duas partes: uma para a Secretaria de Educação e outra continuará a ser usada pelas secretarias de Meio Ambiente e Obras”, explicou o prefeito Orlando Pereira Barreto Neto, conhecido como Du Barreto.

A proposta foi analisada em conjunto com sete vereadores no dia 1º de junho, que aceitaram a negociação.

“Se o município ganha por um lado, perde por outro: os proprietários daquela área investiram muito em Brotas ao longo dos anos em diversos empreendimentos mas, depois de todo desgastes provocado pelo uso político do aluguel do barracão, eles anunciaram que vão abandonar Brotas definitivamente para investir em São Paulo”, revelou o prefeito.

“O Executivo está fazendo a parte dele, buscando uma alternativa para resolver esse problema que foi herdado dos prefeitos Antonio Benedito Salla e Alexandre Takashi Schiavinato, o Xan do PT. Só não adquirimos essa área antes devido à grave crise que ocorreu em 2014, como foi bastante exposto na época, inclusive para todos os vereadores em reunião pública”, destacou o prefeito brotense.

A expectativa agora é que a Câmara Municipal de Brotas analise o assunto após o recesso de meio de ano.

No governo Salla, em 2010, foi feito o contrato de aluguel e a cláusula 10ª exigia que a Prefeitura reformasse ou comprasse o imóvel se não pudesse entregá-lo nas condições que recebeu.

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