SAAESP consegue segunda etapa da ETE do Samambaia

Publicado em Por Jose Guilherme Cortenove

Recentemente a autarquia SAAESP (Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Pedro) conseguiu a liberação de R$ 5.570.868,58 (cinco milhões, quinhentos e setenta mil, oitocentos e sessenta e oito reais e cinquenta e oito centavos), através do FEHIDRO (Fundo Estadual de Recursos Hídricos), para a construção da segunda etapa da ETE do Samambaia.

Recentemente o projeto técnico foi aprovado pela CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), aguardando de acordo com o presidente da autarquia, Sergio Patrício, a assinatura do convênio.

A obra está orçada em R$ 5.999.720,56 (cinco milhões, novecentos e noventa e nove mil, setecentos e vinte reais e cinquenta e seis centavos) e a contrapartida da autarquia será de R$ 438.851,98 (quatrocentos mil, oitocentos e cinquenta e um reais e noventa e oito centavos).

No final do ano passado, o prefeito de São Pedro, Helinho Zanatta (PSD) e o diretor-presidente do SAAESP – Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Pedro, Sérgio Patrício, assinaram em São Paulo, um convênio com o Fehidro – Fundo Estadual de Recursos Hídricos, da Secretaria Estadual de Saneamento e Recursos Hídricos, que garantiu a liberação de R$ 9.716.571,87 para a construção da primeira etapa da ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) do município, conquistando recursos de grande importância para a cidade, realizando esse sonho antigo, que acabou sendo prejudicado pela “ineficiência” da administração anterior (texto nesta página), conforme denunciou em 2010, Serginho Patrício, exonerado do cargo a época.

Desde 2013, a administração municipal trata desta questão com prioridade. O primeiro passo foi elaborar o Plano Diretor de Saneamento do município, já que, apesar das cobranças do Ministério Público e até de exigência legal, não havia nenhum plano ou projeto com este fim no município.

O Plano Diretor de Saneamento atende a uma lei federal de 2007 e está entre as exigências feitas para obtenção de recursos para as áreas de água, esgoto, drenagem e resíduos junto á órgãos federais e estaduais. O documento prevê ações com abrangência para os próximos 30 anos.

Paralelamente à elaboração do Plano Diretor, que teve participação da sociedade, a administração municipal contratou projetos para a ETE, desapropriou e pagou a área próxima à rodovia SP-191 que vai abrigar a Estação de Tratamento, além de solicitar o licenciamento ambiental à Cetesb e DAEE.

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