Torrinha ficou na posição 191ª no Ranking do Município VerdeAzul 2017

Publicado em Por Diagramador

O Diretor do Departamento Municipal de Meio Ambiente e Agricultura de Torrinha, Bento Botteon, acompanhado do assessor do departamento, Gelson Candido, esteve em São Paulo, no Palácio dos Bandeirantes, na quarta-feira, dia 13, onde acompanharam a divulgação do Ranking Ambiental 2017, realizada durante o X Encontro Estadual do Programa Município VerdeAzul.

“Torrinha ficou na posição 191ª no Ranking do Município VerdeAzul 2017” – Foto: José Marino/Jornal O Regional

O ano de 2017 foi agitado para os municípios que aderiram ao PMVA, com duas prés-certificações, que aconteceram em junho e setembro, além da participação nos encontros do Ambiente Móvel e nessa terceira fase, Torrinha ficou na posição 191ª, dentre os 645 municípios paulistas.

O Ranking Ambiental é resultado da avaliação técnica das informações fornecidas pelos municípios, com critérios pré-esta
belecidos de medição da eficácia das ações executadas.

O Programa Município VerdeAzul – PMVA tem o inovador propósito de medir e apoiar a eficiência da gestão ambiental com a descentralização e valorização da agenda ambiental nos municípios.

O diretor Bento Botteon destaca que tem participado e acompanhado as diretrizes do programa e da própria Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

“Os critérios de pontuação foram modificados neste ano e está mais difícil pontuar, no entanto estamos bem conceituados no ranking, até mesmo diante dessas novas exigências e parâmetros adotados pelo programa”, disse o diretor.

Bento Botteon explica as ações que são desenvolvidas, citando em especial um plano de arborização urbana, uma vez que a cidade tem um déficit de sete mil arvores.

“Atualmente estamos repondo arvores e fazendo a remoção de outras velhas que apresentam alguma doença, por exemplo. Temos um déficit de sete mil arvores, em nosso município e pretendemos planta-las nesta gestão. Vamos fazer um viveiro junto a Escola Agrícola, pois os municípios que tem não estão mais cedendo mudas em virtude de também precisarem fazer a reposição, porque tem que atender suas próprias demandas”, explicou o diretor.

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