Policia Militar realiza audiência pública para debater segurança em Torrinha

Publicado em Por Jose Guilherme Cortenove
Policia Militar realiza audiência pública para debater segurança em Torrinha

Policia Militar realiza audiência pública para debater segurança em Torrinha – Foto: Divulgação

Nesta terça-feira, dia 27, a Polícia Militar de Torrinha, através do 2° Grupamento de Polícia Militar realizou uma Audiência Pública com o Tenente Arruda e o Capitão Gregolim na qual abordou diversos temas referentes à segurança na cidade.

As autoridades abordaram temas como a ronda rural, na qual enfatiza que o policial precisa ter um conhecimento detalhado da área que também exige um mapeamento e cadastro das propriedades.

Estiveram presentes o Vice-Prefeito Juverci Correa Quaglio, o presidente da Câmara Municipal Evaldo Spigolon, o Capri (DEM) e os Vereadores Giovani Valencise – Giovani da Farmácia (PSB), Fabiano Redondo (DEM), Pedro Mauro Galo (PSD), José Soares – Zé do Sindicato (PSC), Marcelo Cassola – Mazé (PSB).

Apenas a moradora Elisabete Martins marcou presença no evento.

Além disso, as autoridades e presentes debateram sobre a continuidade do Proerd, ações realizadas no município voltadas à área urbana e também foram sugeridas parcerias junto ao poder público municipal, como por exemplo a “Atividade Delegada” que recentemente teve aprovação na Câmara Municipal e deverá ser implantada no município.

Capitão Gregolim destaca que a audiência é importante para que os moradores saibam tanto das estatísticas, como do trabalho da PM.

“É uma oportunidade de mostrarmos os indicadores criminais, através das estatísticas e também o que a PM produziu na cidade. Comparando de 2016 para 2017 os roubos reduziram muito, pois caíram de 17 para 4 casos apenas. Tivemos aumento apenas de furtos, mas nada extraordinário”, ressaltou.

Questionado sobre as razões do aumento dos furtos, Capitão Gregolim explicou que se trata de crime com penas consideradas leves e de difícil combate, além de vícios em drogas e situação econômica.

“São crimes que tem penas leves, difíceis de combater, porque ocorre as vezes em virtude de algumas facilitações, além das questões econômicas e de vícios em drogas. É isso que acontece em geral, não somente aqui e quase sempre a policia não consegue prender uma vez que os indivíduos não são pegos em flagrante delito”, explica.

O capitão da PM falou que os moradores podem ajudar e que a própria PM estimula o programa “Vizinhança Solidária”, que incentiva a união da comunidade para acompanhar o que acontece nas ruas e bairros, quando os vizinhos se auxiliam.

“Todos podem ajudar. Vejamos um exemplo clássico, quando alguém se separa ou deixa uma namorada todos comentam, no entanto quando alguém para um caminhão ou uma camionete em frente de uma casa, ninguém vê. Isso precisa mudar pois teremos melhores resultados e esse tipo de crime não mais ocorrerá”, explicou.

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